Alguns dos pontos principais estão abaixo:

Impactos ambientais
Um estudo comparativo realizado no Gabão mostrou que, em áreas certificadas pelo FSC, o número de árvores danificadas por cada árvore derrubada foi menor em comparação com a exploração madeireira convencional.

Outra pesquisa também apontou que há impactos negativos menores na produção de espécies bem manejadas e certificadas, do que em florestas sem certificação. Vale ressaltar que não há estudos rigorosos comparando os impactos diretos do FSC na vida selvagem, mas a certificação, em geral, tem um critério mais restrito para proteção de vida selvagem do que outros regimes.

Impactos sociais
Um estudo do Centro Internacional de Pesquisas Florestais (Cifor, em inglês) comparou nove operações de área certificada pelo FSC no Camarões, Gabão e República do Congo, com nove áreas não certificadas. A pesquisa mostrou que áreas certificadas possuem apoios mais ativos, legítimos e efetivos nos locais para negociação entre comunidades e empresas madeireiras.

Avaliações de relatórios de auditorias FSC mostram que a maioria das empresas que seguem com a certificação melhoram medidas de segurança no trabalho e condições para seus empregados.

Impactos governamentais
Os Princípios e Critérios do FSC têm se mostrado mais eficazes e eficientes do que leis locais. Um estudo realizado pelo Cifor na Base do Congo descobriu que a conformidade legal das legislações ambientais é muito maior em área certificada do que não certificada. Os resultados foram, inclusive, comparáveis na Bolívia, Rússia e Brasil. Na Base do Congo, estudos mostraram que a certificação serviu como incentivo para seguir ou ajudar a cumprir a lei.

A maioria dos estudos conduzidos sobre os impactos da certificação FSC foram baseados nos Pedidos de Ação Corretiva (CAR, em inglês), percepções dos stakeholders e em pequena escala de coleta de dados de campo. Com a exceção de alguns, alguns desses estudos não comparam com os impactos sob o solo.

O documento na íntegra está disponível aqui.