A economia de baixo carbono é um novo conceito, que se fortaleceu a partir da elaboração do Protocolo de Quioto (1997) e das conferências sobre o clima promovidas pela ONU no Rio de janeiro (1992), Genebra (1990) e Toronto (1988). A ideia é que a indústria passe a valorizar o meio-ambiente, reutilizando todos os recursos naturais e diminuindo a quantidade de resíduos liberados nas grandes linhas de produção, como gases do efeito estufa.
O objetivo principal da economia de baixo carbono é gerar o mínimo de aquecimento no clima da Terra. Atualmente, os países mais engajados neste novo mercado são Austrália, Nova Zelândia e diferentes membros da União Europeia. A meta é que os países não ultrapassem a cota de emissões estabelecida.
O Brasil ainda não apresenta grande atividade nesse sentido, mas tem papel relevante por produzir energia a partir de hidrelétricas e por ser a liderança em produção de etanol, originário da cana-de-açúcar, além de sua imensa biodiversidade.
Outras atitudes também são importantes para a diminuição do carbono, como o aumento do uso de energia solar, eólica e hidráulica e o uso de “smart grids”, sistemas que utilizam sensores que ajudam a diminuir o desperdício de energia elétrica. Outro ponto interessante é o incentivo do uso de transporte coletivo e atitudes sustentáveis de forma geral.
São muitos os caminhos que devemos percorrer para termos um mundo melhor, respeitando o meio-ambiente. Devemos sempre fazer a nossa parte e procurar por produtos que estejam de acordo com normas responsáveis de produção, por isso você deve ficar atento/a na hora de fazer suas compras e em suas atitudes no dia-a-dia.
