A combinação destes dois componentes vitais - proteção da equipe e das florestas - com a intenção de apoiar medidas globais para reduzir a propagação do vírus, levou o FSC a tomar decisões difíceis e rápidas, principalmente relacionadas à auditoria de florestas e cadeias de custódia certificadas, e abordar restrições relacionadas às cadeias de suprimentos.

Como resultado, o FSC emitiu várias derrogações e interpretações relacionadas ao COVID-19. Estas derrogações e interpretações foram publicadas em um único volume, juntamente com as perguntas frequentes.

O Diretor de Políticas do FSC, Hans Joachim Droste, explicou que, embora os desafios apresentados pelo vírus tenham sido difíceis, a escolha do FSC sobre como responder foi simples.

Poderíamos ter optado por continuar com as práticas como de costume, apesar do vírus nos apresentar situações que, se ignoradas, significariam que teríamos arriscado a saúde dos detentores e auditores de certificados, e possivelmente alguns certificados teriam sido suspensos. Ou poderíamos criar alguma flexibilidade temporária principalmente para empresas que produzem e comercializam produtos certificados – a ser aplicada apenas sob condições estritas - para assegurar que o FSC continue com sua missão de garantir que as florestas sejam manejadas de maneira ambientalmente apropriada, socialmente responsável e economicamente viável. Escolhemos a última opção, equilibrando cuidadosamente a flexibilidade com a credibilidade, porque é a coisa certa a se fazer para todos os envolvidos”, disse Droste.

Nosso objetivo tem sido equilibrar a necessidade de flexibilidade com a manutenção da integridade do sistema de certificação. Para tanto, estabelecemos várias pré-condições sob as quais as derrogações devem ser aplicadas. Isto significa que as derrogações serão usadas em circunstâncias limitadas e excepcionais, sob rigorosos requisitos de reporte ao FSC para monitorar sua aplicação”, acrescentou Droste.

A notícia original, em inglês, pode ser acessada aqui.