Na terça-feira, 24/02, no auditório do Centro de Desenvolvimento e Educação Profissional (Cedep) do município de Breves, foi lançado o projeto ‘Embarca Marajó: navegando na maré da sustentabilidade’, uma realização do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Peabiru e Instituto Vitória Régia, com apoio do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal, e em parceria com a Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (Amam) e o Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem).

A mesa de abertura do evento de lançamento foi composta pelo prefeito de Breves, Xarão Leão; a presidente da Amam, Consuelo Castro; o gerente da Caixa Econômica de Breves, João Pascoal; Alice Acioli, representante do Fundo Socioambiental da Caixa; Assunção ‘Cacau’ Novaes, coordenador do Codetem; Maura Moraes, coordenadora de projetos do IEB; Alex Keuffer, diretor-presidente do Instituto Vitória Régia; Manuel Potiguar, gerente de projetos do Instituto Peabiru; Gracionice Costa, presidente do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) e representante do comitê de articulação do ‘Embarca Marajó’.

O PROJETO

Coube a Rai Rodrigues, coordenadora de projetos do IEB, instituição oficialmente responsável pela execução do ‘Embarca Marajó’, explicar à plateia, formada por prefeitos e representantes dos municípios do território marajoara, órgãos governamentais e não governamentais, além de representantes da sociedade civil, no que, de fato, consiste o projeto, que tem duração de dois anos.

‘O objetivo geral é implementar ações socioeconômicas e ambientais visando o desenvolvimento local integrado a políticas públicas, principalmente por onde trafega a Agência-Barco da Caixa’, salientou Rai, lembrando que foi a partir do programa do Fundo Socioambiental da Caixa que se deu a união das instituições em torno do projeto.  ‘Todos são importantes atores do contexto marajoara. Temos que pensar seguindo essa lógica, a partir do olhar local e das especificidades do território. O projeto não é o salvador da pátria, ele vem para somar, fazer parte de um processo que está sendo construído ao longo dos anos em torno do desenvolvimento territorial do Marajó’, disse ela.

Fazem parte das ações do projeto assessorias técnicas em várias áreas e ações como a implementação de dois bancos comunitários, o acesso ao acervo de produtos culturais, a realização de mostra de cinema em cinco municípios e o fortalecimento da governança local e de organizações comunitárias. Tudo isso para atingir as seguintes metas: valorização e disseminação da cultura marajoara, a difusão de práticas e princípios da economia solidária para fortalecer os empreendimentos na região, capacitação em gestão territorial das organizações, e divulgação de práticas sustentáveis, incentivando o aumento da produtividade e conservação dos recursos naturais.

Rai finalizou sua apresentação destacando que o projeto terá que ser acompanhado de forma sistemática e avaliado por uma representação de entidades, com reuniões periódicas de um comitê articulador. ‘É preciso uma avaliação processual dos impactos das ações, identificar avanços... Tudo feito de forma conjunta, para que possamos alcançar os resultados e, quem sabe, dar continuidade ao Embarca Marajó’.

Confira a matéria na íntegra no site do IEB.