Por Idesam

Em 2018, uma nova parceria da banda com a Conservação Internacional escolheu o Idesam para compensar, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, 2.500 toneladas de dióxido de carbono (CO2) geradas durante as apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo.

O carbono calculado é referente ao transporte aéreo e terrestre dos integrantes da banda e equipe, das estadias em hoteis, bem como a pegada de carbono gerada pelos fãs que participarão dos shows.

“É importante para nós reconhecer o impacto ambiental de nossas turnês e fazer o que estiver em nosso alcance para mitigá-las”, disse Stone Gossard, guitarrista do Pearl Jam, no site oficial da banda.

Seguindo a linha de trabalho do Programa Carbono Neutro Idesam, a compensação será feita por meio do plantio de novas árvores em sistemas agroflorestais na RDS do Uatumã. O investimento beneficiará 27 famílias da reserva, gerando empregos em todas as fases da compensação, desde a coleta de sementes, passando pela produção, plantio, até o acompanhamento das árvores.

“A iniciativa é importante porque ajuda a compensar o CO2 que emitiremos em nossas turnês no Brasil, ao mesmo tempo em que ajudamos a proporcionar oportunidades de emprego e segurança alimentar para comunidades locais”, completa Gossard.

Para Pedro Soares, gerente de Mudanças Climáticas do Idesam, a parceria com uma banda como o Pearl Jam é extremamente valiosa para que mais pessoas entendam a importância de ações de combate às mudanças climáticas. “O debate sobre mudanças climáticas ainda é distante do dia a dia das pessoas. Esperamos que essa oportunidade ajude a disseminar um sentimento de responsabilidade com o planeta”, afirma.

​"Estamos entusiasmados em estabelecer mais esta parceria com o Pearl Jam para proteger a Amazônia e espalhar a mensagem da importância de sua floresta para além das suas fronteiras”, afirma Rodrigo Medeiros, vice-presidente da Conservação Internacional.

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