Antes de iniciar as atividades da oficina, o presidente do GTA, Rubens Gomes, explicou como vem sendo o processo de desenvolvimento desse projeto e esclareceu que resultará em 2 produtos: a metodologia que está sendo desenvolvida ao longo deste projeto de construção e o Protocolo Comunitário do Bailique.

A metodologia de construção do Protocolo Comunitário já está praticamente pronta, precisando apenas finalizar alguns aspectos. O Protocolo Comunitário do Bailique, por sua vez, está ainda em construção e é por esse motivo que o Comitê Gestor do Protocolo Comunitário é de suma importância.

Rubens Gomes explicou que o Comitê do projeto assume um papel fundamental para se organizar e se apropriar do processo. Através dele as comunidades poderão se empoderar sobre o processo do protocolo. Rubens também expôs a importância do projeto perante o atual cenário político.

“O projeto tem duração de 3 anos e quando o GTA sair, é necessário que as comunidades estejam preparadas para continuar desenvolvendo esse projeto, e o Comitê será a base para isso”.

Essa terceira rodada de oficina tem o objetivo de capacitar as comunidades para a discussão de acesso ao recurso genético, conhecimento tradicional e repartição de benefícios (ABS). Durante a oficina as comunidades possuem espaço para discutir os temas relacionados à esses assuntos, como também entender seus direitos e deveres nessa discussão.

Para saber mais sobre as oficinas e construção do protocolo comunitário, entre no site do GTA