Por G1
Madeiras certificadas da Amazônia serão utilizadas na reconstrução do Museu da Língua Portuguesa. O prédio histórico foi atingido por um incêndio em dezembro de 2015. Por ser certificada, a madeira, que chegou a São Paulo, é legal - ou seja, teve seus processos de plantio, corte, preparo e transporte feitos dentro das normas ambientais.
Ao todo, são quase 100 toneladas de madeira tipo cumaru, extraída de forma sustentável. Ela vai substituir a estrutura original do telhado, de peroba rosa, não mais encontrada de maneira certificada. Cada viga pesa 500 kg, em média. Elas vão servir de apoio para o telhado de zinco. A previsão é que esta segunda etapa de restauração seja concluída até julho para, em sequência, ser iniciada a reconstrução do interior.
Partes originais da estrutura de peroba que sobreviveram ao incêndio foram usadas para refazer as esquadrias. A previsão é que o museu seja reaberto em 2019. O Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho, EDP, Grupo Globo, Grupo Itaú e Sabesp, com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Para saber mais, clique aqui.
