Na plenária “Dinheiro legal: aumento do retorno social e ambiental dos investimentos em florestas”, que aconteceu nesta quarta-feira (10), Roberto Waack, fundador da AMATA, participou da mesa redonda e falou sobre os desafios do mercado da madeira tropical, a competição da madeira certificada com a madeira ilegal e os desafios de aumentar áreas restauradas.
Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Ibá, também esteve presente na mesa e afirmou que o FSC é uma ferramenta de redução de riscos no manejo florestal. Ainda, segundo ela, até 2020 o setor pretende dobrar as áreas plantadas no Brasil, dos atuais 7 para 14 milhões de hectares, tendo como foco a expansão em áreas de parceiros.
Além de Elizabeth e Roberto, a mesa contou com a presença de Mads Asprem (Green Resources), Ignacio Pinto (ONG TECHO), Pat Groenhout (PF Olsen Australia), Janos Pasztor (WWF), Ambet Yuson (BWI - Building and Wood Workers’ International) e Herve Bourguignon (Moringa Fund).
O diretor geral do FSC, Kim Carstensen, ressaltou dois pontos debatidos no Fórum: a importância do FSC estar mais presente nos trópicos e que os serviços ambientais, tanto de florestas nativas como de plantações florestais, sejam valorados.
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