A H&M está fortalecendo suas políticas de compra e se concentrando em adquirir fibras de celulose artificiais (MMC) mais sustentáveis para seus tecidos. Estas fibras MMC são usadas para criar viscose, liocel e modal e são feitas de polpa dissolvida, produzida principalmente a partir de madeira.
Os produtores de fibra celulósica da H&M devem ser classificados como de baixo risco por uma auditoria CanopyStyle - um sistema de verificação independente que ajuda a orientar a indústria da moda a optar pela compra de fibras mais sustentáveis e desenvolver soluções que conservem as florestas.
“Acreditamos que o FSC é o sistema de certificação mais forte que existe para garantir o manejo florestal responsável”, afirma Madelene Ericsson, especialista em sustentabilidade ambiental da H&M. “Por meio de uma combinação das Auditorias CanopyStyle e do uso de material certificado pelo FSC, sabemos que a fibra de madeira utilizada em nossos produtos é proveniente de florestas bem manejadas que proporcionam benefícios ambientais, sociais e econômicos. Até o final de 2025, toda fibra celulósica feita a partir de madeira virgem deve vir de fontes certificadas pelo FSC e de produtores que confirmarem baixo risco nas Auditorias de CanopyStyle.”
A H&M aderiu à Iniciativa CanopyStyle em 2014. Os membros da CanopyStyle incluem mais de 170 marcas globais, que se comprometem a eliminar o uso de fibras MMC de fontes controversas.
Em 2017, mais de 70% da produção global de fibras originárias de florestas já possuíam políticas implementadas para atender aos requisitos da CanopyStyle.
A H&M também contribuiu para o desenvolvimento de uma ferramenta interativa, o ForestMapper. Criado pela Canopy, ele representa visualmente as florestas antigas e ameaçadas em escala global. Desta forma, o ForestMapper ajuda empresas parceiras a identificar áreas com risco potencial de fornecimento e tomar melhores decisões de compra.
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