Esse contexto levou ao surgimento do mercado da certificação ambiental, uma garantia de que a informação divulgada pela empresa é correta. Em matéria publicada recentemente no portal “Celulose Online”, Ivone Namikawa, coordenadora de sustentabilidade da Klabin e membro do Comitê de Políticas e Padrões do FSC explica que a certificação sozinha não resolverá todos os desafios, “mas é uma importante ferramenta para a solução”. Para Ivone, o processo de certificação induz a empresa a refletir sobre o aspecto social, seu relacionamento com a comunidade, aspectos ambientais, etc...

Namikawa também comenta sobre as adaptações regionais que devem ser feitas durante o processo de certificação, como, por exemplo, a contenção de pragas tropicais. Ela explica que no FSC existe diálogo entre as câmaras (social, ambiental e econômica), para viabilizar a atividade florestal. A matéria também explica a dinâmica do FSC, e comenta sobre a revisão dos seus parâmetros, feita através de reuniões internacionais e processos de consulta pública.

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