Os comentários serão considerados no padrão revisado, e a nova versão para aprovação será apresentada na reunião do Board do FSC Internacional, em novembro de 2016.

“Nosso objetivo sempre foi abordar as declarações inadequadas no Sistema FSC”, disse Achim Droste, Diretor da Unidade de Políticas & Padrões do FSC. “Nos termos de verificação de transações, 43% dos respondentes foram a favor da abordagem baseada em risco, enquanto 57% foram contra. Entretanto, as respostas que recebemos forneceram diversas soluções para seguirmos em frente.”

Obteve-se aproximadamente o mesmo número de respondentes de pequenas, médias e grandes organizações, sendo que e a maioria é da região europeia. Muitos apreciaram a melhoria na clareza do texto, os exemplos e gráficos no draft da nova norma. A seção da norma sobre a “verificação de transação” foi a mais comentada, com opiniões bem diversas.

• Os participantes se mostraram preocupados com os riscos na segurança das informações, aumento de custos, e aumento de complexidade da certificação de cadeia de custódia, devido à verificação de transição;

• Os participantes sugeriram que várias soluções para essa verificação de transação deveriam ser testadas antes da implementação;

• Os participantes concordaram que devem existir consequências claras no caso de falsificação de declarações, e que devem ser rapidamente postas em prática quando uma certificadora (ou ASI) identificarem a questão;

• Os participantes concordaram que a ASI deveria ter um maior papel no Sistema FSC quanto ao monitoramento e controle de fraudes intencionais nas declarações;

• Os participantes concordaram que a Plataforma OCP (Online Claims Platform) deve permanecer disponível a qualquer um que queira usá-la de forma voluntária;

“Atingir um consenso entre os stakeholders nessa questão não é uma tarefa fácil, mas nós eincentivamos o diálogo aberto sobre possíveis soluções pois estamos comprometidos a fortalecer a integridade da certificação de cadeia de custódia no Sistema FSC”, continuou Droste. “Para permanecermos como uma organização respeitada e de credibilidade no que se refere à normas e padrões, precisamos continuar na liderança e buscar soluções apropriadas que conciliem as necessidades das partes interessadas e/ou afetadas com as necessidades das florestas do mundo.”

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