Processo de revisão

Com a aprovação dos novos Princípios e Critérios (P&Cs) do FSC e dos novos Indicadores Genéricos Internacionais (IGIs), o FSC Brasil iniciou o processo de revisão dos padrões nacionais.

Este processo está em curso e conta com a atuação e contribuição de diversas pessoas e organizações interessadas, a fim de garantir a construção consistente dos novos padrões, adaptados ao contexto brasileiro.

Novos Padrões Nacionais

Os três atuais padrões nacionais – Amazônia Terra Firme, Pequena Escala e Baixa Intensidade (SLIMF) e Plantações Florestais – estão sendo revisados de acordo com os novos P&Cs.

Para a condução deste importante processo, foram criados dois Grupos de Trabalho (GT) – um para discutir o novo padrão de plantações e outro para discutir o novo padrão de nativas, com foco no manejo de florestas na Amazônia.

Cada Grupo de Trabalho é formado por membros eleitos do Comitê de Desenvolvimento de Padrões (CDP) e do Comitê de Especialistas Técnicos (CET). Os Grupos de Trabalho também contam com o apoio do Fórum Consultivo, que está aberto a qualquer pessoa interessada em contribuir com o processo.

No final, serão enviados para aprovação dois novos padrões de manejo: um para plantações florestais e um para florestas nativas, tendo em ambos os documentos uma camada específica de indicadores para pequenos produtores e comunitários, contemplando o atual padrão SLIMF.

Plano de Trabalho para elaboração do novo padrão de plantações florestais

Fase 1 - Elaboração da primeira versão do novo padrão de plantações

Na elaboração da primeira versão do Padrão de Plantações Florestais, foi feita uma análise comparativa dos Princípios e Critérios (P&Cs) versão 4 e versão 5, considerando os Indicadores Genéricos Internacionais (IGIs) e os atuais indicadores do Padrão Harmonizado - e assim foram propostos indicadores de acordo com a realidade brasileira.

O novo padrão tem duas camadas: uma com indicadores específicos para pequenos e comunitários (sigla PP) e outra para médios e grandes (sigla MG). Esta primeira versão foi discutida e aprovada pelo Comitê de Desenvolvimento de Padrões (CDP) e pelo Comitê de Especialistas Técnicos (CET).

Fases 2 e 3 – Primeira rodada de consulta pública e elaboração da segunda versão do documento

Além da consulta pública online pelo período de 60 dias, também foram realizadas 6 reuniões presenciais e 2 participações no Fórum Florestal, no intuito de engajar pessoas e organizações no manejo florestal responsável, e dar oportunidade para que as partes interessadas e afetadas conhecessem a primeira versão dos documentos e pudessem opinar de forma aprofundada sobre temas relevantes para o sistema FSC.

As contribuições recebidas foram registradas e estão em fase de avaliação para serem ou não incorporadas na segunda versão do documento. Uma vez finalizada, esta segunda versão será discutida e avaliada pelo CDP e CET, e aprovada pelo CDP.

Fase 4 - Segunda rodada de consulta pública, testes de campo e versão final

Após a aprovação da segunda versão do documento, serão realizados testes de campo para a aplicação do padrão voltado aos pequenos e comunitários, bem como para as médias e grandes propriedades.

A segunda rodada de consulta pública online será realizada por 30 dias, com duas reuniões presenciais. Os comentários recebidos serão analisados e incorporados no padrão a ser discutido e avaliado pelo CDP e CET. Após aprovado pelo CDP, teremos a versão final do documento, que será enviada para aprovação final do FSC Internacional.

Plano de Trabalho para elaboração do novo padrão de nativas

Fase 1 - Elaboração da primeira versão do novo padrão de nativas

Na elaboração da primeira versão do Padrão de Nativas, foi feita uma análise comparativa dos Princípios e Critérios (P&Cs) versão 4 e versão 5, considerando os Indicadores Genéricos Internacionais (IGIs) e os atuais indicadores do Padrão Terra Firme - e assim foram propostos indicadores de acordo com a realidade brasileira.

O novo padrão tem duas camadas: uma com indicadores específicos para pequenos e comunitários (sigla PP) e outra para médios e grandes (sigla MG). Esta primeira versão foi discutida e aprovada pelo Comitê de Desenvolvimento de Padrões (CDP) e pelo Comitê de Especialistas Técnicos (CET).

Em dezembro de 2015 foi realizada uma oficina sobre IFL - Intact Forest Landscapes (em português, Paisagens Florestais Intactas), para promover a discussão deste importante tema e subsidiar o Grupo de Trabalho de Nativas. Os resultados destas discussões foram considerados na primeira versão do padrão e levados à consulta pública.

Fases 2 e 3 – Primeira rodada de consulta pública e elaboração da segunda versão do documento

Além da consulta pública online pelo período de 60 dias, também foram realizadas 3 reuniões presenciais, no intuito de engajar pessoas e organizações no manejo florestal responsável, e dar oportunidade para que as partes interessadas e afetadas conhecessem a primeira versão dos documentos e pudessem opinar de forma aprofundada sobre temas relevantes para o sistema FSC.

As contribuições recebidas foram registradas e estão em fase de avaliação para serem ou não incorporadas na segunda versão do documento. Uma vez finalizada, esta segunda versão será discutida e avaliada pelo CDP e CET, e aprovada pelo CDP.

Fase 4 - Segunda rodada de consulta pública, testes de campo e versão final

Após a aprovação da segunda versão do documento, serão realizados testes de campo para a aplicação do padrão voltado aos pequenos e comunitários, bem como para as médias e grandes propriedades.

A segunda rodada de consulta pública online será realizada por 30 dias, com duas reuniões presenciais. Os comentários recebidos serão analisados e incorporados no padrão a ser discutido e avaliado pelo CDP e CET. Após aprovado pelo CDP, teremos a versão final do documento, que será enviada para aprovação final do FSC Internacional.

Responsáveis pela construção dos novos padrões nacionais

- Equipe FSC Brasil
Responsável pela condução e facilitação do processo, de acordo com as normas internacionais do FSC.

- Comitê de Desenvolvimento de Padrões (CDP) e Comitê de Especialistas Técnicos (CET)
O Comitê de Desenvolvimento de Padrões foi eleito pelos membros do FSC Brasil para dirigir a área de padrões do FSC. Este comitê será responsável pela aprovação e revisão do Plano de Trabalho e aprovação em primeira instância dos novos padrões nacionais, enviando para o Conselho Diretor do FSC Brasil, que encaminhará formalmente ao FSC Internacional.

Para auxiliar o CDP na revisão dos padrões nacionais, foi formado o CET, composto por membros de certificadoras acreditadas para avaliação de manejo florestal no Brasil.

Juntos, CDP e CET formam os Grupos de Trabalho

Grupo de Trabalho Amazônia

Subcomitê Amazônia do CDP

  • Câmara Ambiental: Prof. Edson Vidal (membro individual) e Marco Lentini (WWF Brasil)
  • Câmara Econômica: Carolina Graça (membro individual) e Isabel Drigo (membro individual)
  • Câmara Social: Marina Gurgel (membro individual) e Edson Santos (membro individual)

CET Amazônia

  • Imaflora - David Escaquete (titular), Leonardo Sobral (suplente)
  • SCS/Sysflor - Vanilda Souza (titular)

Grupo de Trabalho Plantações

Subcomitê Plantações do CDP

  • Câmara Ambiental: Daniel Venturi (WWF Brasil) e Maurício Talebi (Instituto Muriqui)
  • Câmara Econômica: João Augusti (Fibria) - e Victoria Rizo (2Tree Consultoria)
  • Câmara Social: Ilaine Zimmermann (membro individual) e Oscar Artaza (membro individual)

CET Plantações

  • Bureau Veritas - Maria Claudia Trabulsi (titular)
  • Imaflora - Guilherme Lopes (titular), Ricardo Camargo (suplente).
  • SCS/Sysflor - Vanilda Souza (titular)
  • Emérita - Ivone Satsuki Namikawa - Policy and Standards Committee, FSC Internacional

Fórum Consultivo

Está aberta a chamada pública para participação no Fórum Consultivo, que apoia o Comitê de Desenvolvimento de Padrões (CDP) e o Comitê de Especialistas Técnicos (CET) na condução do processo de revisão dos padrões nacionais de manejo florestal, para a nova versão dos Princípios e Critérios do FSC.

Todos os interessados no FSC, no manejo florestal responsável e em temas como legalidade, direitos dos trabalhadores, relações com as comunidades, valores e impactos ambientais, biodiversidade, paisagens florestais intactas, altos valores de conservação, planejamento, monitoramento e avaliação do manejo, entre outros, estão convidados a participar do Fórum Consultivo.

O papel deste Fórum é assegurar que as partes afetadas/interessadas tenham oportunidade de participar do processo de desenvolvimento de padrões. A participação é aberta e não há número máximo de participantes.

Participe você também desta importante construção em prol das florestas do Brasil e do mundo!

Envie um e-mail para info at fsc.org point br, com o assunto “Eu quero participar do Fórum Consultivo”.
Informe seu nome completo, telefone, endereço, organização em que atua (se houver) e de qual Grupo de Trabalho (GT) quer participar - GT Plantações ou GT Amazônia.


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